quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Bastidores de 'Alô,Dolly!'
Vídeo: Bastidores de 'Alô,Dolly!'
Confiram no link abaixo o vídeo especial da TV Oi Casa Grande sobre "Alô,Dolly!", com depoimentos de Miguel Falabella, Frederico Reuter e Alessandra Verney, que fala sobre sua personagem, Irene Molloy:
INVOZ fez preparação vocal de Alessandra Verney para
O INVOZ - Dra. Silvia Pinho, Instituto de Comunicação e Voz Profissional, redigiu uma nota super simpática sobre ‘Alô,Dolly!’, ressaltando que ‘Alessandra Verney merece destaque por sua linda e doce voz’.
No trabalho de composição da personagem Irene Molloy, Alessandra Verney fez preparação vocal com a Drª. Sílvia Pinho, diretora e coordenadora do INVOZ e especialista em voz pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia.
Olha aí acima uma foto de Drª Silvia e Verney.
Curtam a página do INVOZ no facebook e saibam mais sobre o excelente trabalho realizado por eles: https://www.facebook.com/invoz
Alessandra Verney apontada como um dos destaques de 2012 na área de musicais
Alessandra Verney foi apontada pelo Site Botequim Cultural como um dos destaques do ano de 2012 na área de musicais!
Leia na íntegra aqui:
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
Bastidores de 'Alô,Dolly!'
Alessandra Verney nos bastidores da sessão de fotos de divulgação de 'Alô,Dolly!'
E hoje tem sessão às 21h!!!
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
Mr.Zieg: Alessandra Verney deixa a plateia à flor da pele ao cantar Ribbons Down my Back
O Site especializado em musicais Mr. Zieg conferiu a montagem de Alô, Dolly! e escreveu uma ótima crítica do espetáculo!
Sobre a atuação de Alessandra Verney como Irene Molloy, o Mr.Zieg disse: "Alessandra Verney deixa a plateia à flor da pele ao cantar Ribbons Down my Back".
Leia a crítica na íntegra aqui.
Blog Rio no Teatro: CRÍTICA Alô, Dolly! Alessandra Verney se destaca como a romântica Irene Molloy
A versão brasileira do premiado espetáculo da Broadway segue em temporada no Teatro Oi Casagrande. A montagem conduz o público ao encantamento com cenários grandiosos, lindos figurinos assinados por Fause Haten e belíssimos números musicais. “Alo, Dolly!” celebra um encontro inédito de duas estrelas dos palcos, Marília Pêra e Miguel Falabella, que assina ainda a versão nacional e a direção do espetáculo.
A ação da peça se passa em 1890, no estado de Nova Iorque, e conta a história de Dolly Levi, uma célebre viúva casamenteira, que é contratada pelo avarento e mal-humorado comerciante de Yonskers, Horácio Vandergelder, para lhe arranjar uma esposa na cidade grande (na capital Nova Iorque). Dolly o apresenta a Irene Molloy, mas inicia uma série de armações, quando decide que ela mesma conquistará o bom partido e ficará rica. O musical destaca ainda o jovem Cornélio Hackl, funcionário de Horácio que se apaixona por Irene. Ele está sempre metido em confusões com seu fiel escudeiro Barnabé Tucker. Além de tentar garantir seu próprio casamento, Dolly também resolve ajudar Ambrósio Kemper a namorar Ermengarda, sobrinha de Horácio, que faz forte oposição ao romance, já que o rapaz é pobre.
O grande acerto de Miguel Falabella é trazer a história que se passa no estado de Nova Iorque para mais perto da realidade brasileira. Um sotaque caipira foi o suficiente para abrasileirar as cenas. Miguel está imperdível. É de delicada interpretação com um personagem de fato humanizado e possível. Marília Pêra nos arrebata com sua Dolly Levi e brinca com os complexos nomes das personagens. É a atriz fazendo uma opção que a conduz para outro universo cênico. Prazeroso presenciar o jogo entre os dois atores. Composições de personagens impecáveis.
O musical destaca ainda Cornélio Hackl (Frederico Reuter), e seu fiel escudeiro Barnabé Tucker (Ubiracy Paraná do Brasil). Além de Ambrósio Kemper (Thiago Machado), Ermengarda (Brenda Nadler) e Irene Molloy (Alessandra Verney). Um elenco afinado que realiza com sucesso a tarefa de ajudar a contar a história de Dolly. Aplausos e assobios para Alessandra Verney, atriz dona de uma voz incrível e de trabalho singular que consegue surpreender a todos a cada nova produção. Verney por si só já é um grande espetáculo.
Ainda no elenco estão Ricardo Pêra, Ester Elias e Patrícia Bueno, além de um ensemble com 14 atores e 5 bailarinos. Ao todo são 29 atores e uma orquestra com 16 integrantes, sob a direção musical de Carlos Bauzys.
Os cenários de Renato Theobaldo e de Roberto Rolnik são grandiosos e de fácil movimentação cênica , facilitando a composição de ambientes. A iluminação de Paulo César de Medeiros, deixa o palco no escuro em alguns momentos do espetáculo, mas não chega a comprometer o trabalho.
O fato é que não tem como sair do teatro sem se apaixonar por Dolly Levi, sem querer pegar um de seus cartões, sem querer saber como Dolly pode dar um jeito em minha vida. Confesso que não peguei um dos mágicos cartões de Dolly, mas sai cantando sua música por dias e dias... Porque Dolly aqui é o seu lugar!
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Tania Brandão (O Globo): "Alô,Dolly!: Celebração da Alegria"
Leia abaixo a crítica de Tania Brandão (O Globo) para 'Alô,Dolly!', publicada em 07/11.
Na crítica, Tania ressalta que "Alessandra Verney, a chapeleira, faz uma ingênua deliciosa, mistura inteligente de doçura e malícia, pura sedução".
sábado, 24 de novembro de 2012
Alessandra Verney e Frederico Reuter
Nesta foto vemos Alessandra Verney e Frederico Reuter no período de ensaios de ‘Alô,Dolly!’, onde vivem o par romântico Irene Molloy e Cornélio Hackl. Bem diferente de “Império”, musical de Miguel Falabella, onde Reuter vivia o Chalaça, algoz de Noemi, interpretada por Verney!
Crítica de 'Alô,Dolly!' por Lionel Fischer: "Humor e encantamento no Leblon"
Humor e encantamento no Leblon
Lionel Fischer
Em certa ocasião, o inglês Peter Brook - o maior encenador vivo - definiu o teatro como "a arte do encontro". E justificou sua opinião afirmando que, para a existência do fenômeno teatral, fazia-se indispensável o estabelecimento de um forte elo entre quem faz e quem assiste. Na ausência do mesmo, nada de significativo poderia acontecer.
Como acredito ser esta a melhor definição sobre o teatro, não hesito em afirmar que, estivesse Peter Brook na plateia do Teatro Oi Casa Grande, nesta última segunda-feira, na sessão para convidados do musical "Alô, Dolly!", agiria como todos que lá estavam: sorriria o tempo todo, como uma criança encantada, e não economizaria aplausos, tanto ao longo da montagem como em seu término - não estando afastada a hipótese de que pedisse numerosos "bis", como na ópera.
Sim, pois estamos diante de uma versão irrepreensível e deslumbrante de um musical maravilhoso, que agora o público carioca tem o privilégio de assistir. Com texto de Michael Stewart e músicas e letras de Jerry Herman, a montagem tem versão e direção assinadas por Miguel Falabella e elenco formado por Marília Pêra (Dolly), Miguel Falabella (Horácio), Frederico Reuter (Cornélio), Alessandra Verney (Irene), Ubiracy Paraná do Brasil (Barnabé), Ester Elias (Minnie), Brenda Nadler (Ermengarda), Ricardo Pêra (Rudolph), Patricia Bueno (Ernestina) e Thiago Machado (Ambrósio).
No complemento do elenco, temos os cantores-bailarinos Carla Vazquez, Ingrid Gaigher, Karin Hills, Mariana Saraiva, Maysa Mundim, Paola Soneghetti, Thati Abra, Alê Limma, Arízio Magalhães, Daniel Cabral, Fabio Yoshihara, Guilherme Pereira, Ivan Parente, Jefferson Ferreira, Leandro Marbali, Marcel Anselme, Thiago Pires e Ygor Zaggo.
"A ação da peça se passa em 1890, no estado de Nova Iorque, e conta a história de Dolly Levi, uma célebre viúva casamenteira, que é contratada pelo avarento e mal-humorado comerciante de Yonskers, Horácio Vandergelder, para lhe arranjar uma esposa na cidade grande (na capital Nova Iorque). Dolly o apresenta a Irene Molloy, mas inicia uma série de armações, quando decide que ela mesma conquistará o bom partido e ficará rica. O musical destaca ainda o jovem Cornélio Hackl, funcionário de Horácio que se apaixona por Irene. Ele está sempre metido em confusões com seu fiel escudeiro Barnabé Tucker. Além de tentar garantir seu próprio casamento, Dolly também resolve ajudar Ambrósio Kemper a namorar Ermengarda, sobrinha de Horácio, que faz forte oposição ao romance, já que o rapaz é pobre."
Extraído do ótimo release que me foi enviado pelos assessores de imprensa Alan Diniz e Sidimir Sanches, o trecho acima sintetiza o enredo de um dos musicais de maior sucesso na história da Broadway - estreou em 1964 arrebatando 10 Prêmios Tony, já mereceu três remontagens na Broadway e foi exibido no mundo inteiro, inclusive no Brasil, com Bibi Ferreira e Paulo Fortes, além de ter sido transposto para o cinema, sendo o filme protagonizado por Barbra Streisand e dirigido por Gene Kelly, e indicado a sete Oscars (essas informações também foram extraídas do release).
O primeiro grande trunfo da montagem é a ótima ideia de Miguel Falabella de conferir a seu personagem e seus funcionários um delicioso sotaque caipira, o que contribui para aproximar o texto do universo brasileiro e impregná-lo de deliciosa leveza. Além disso, Miguel consegue impor à cena uma dinâmica em total sintonia com o material dramatúrgico (essencialmente lúdico e divertido), cabendo ainda ressaltar suas ótimas versões das letras, criadas em cima de canções não muito complexas, mas absolutamente encantadoras.
Com relação ao elenco, cumpre registrar a excelência de todas as performances, tanto no que concerne ao texto como às passagens cantadas. Mas em face do contexto, seria por demais injusto não particularizar a atuação dos protagonistas. Comediante por excelência, Miguel Falabella está impecável na pele do mal-humorado e avarento Horácio, valorizando ao máximo todas as possibilidades do personagem. Cumpre também registrar que Miguel canta muito bem, executa com elegância e charme as passagens dançadas e, nunca é demais frisar, exibe um carisma que seduz a plateia desde o primeiro momento em que entra em cena.
Quanto a Marília Pêra, mais uma vez me vejo diante de um conhecido impasse: que palavras posso ainda utilizar para transmitir meu sempre renovado deslumbramento com essa atriz que, sob todos os pontos de vista, se insere entre as melhores do mundo? Novamente registrar seus vastíssimos recursos expressivos? Novamente mencionar seu inacreditável carisma e fortíssima presença cênica? Novamente enfatizar sua notável capacidade para o canto? Enfim...vou tentar ser minimamente original e sugerir aos espectadores que prestem atenção à forma como Marília trabalha as palavras, as pausas, a cadência das frases - que ora profere curtas, ora longas -, afora sua assombrosa capacidade de conferir insuspeitado significado a um simples olhar.
E poderia prosseguir por um tempo infinito, mas talvez seja melhor parar por aqui, com uma recomendação: que os amantes da complexa arte de representar compareçam com urgência ao Oi Casa Grande, já que o espetáculo lhes permitirá usufruir, mais uma vez, o imenso talento de uma atriz que, afora estar cada vez mais linda, certamente veio a este mundo com a expressa finalidade de iluminar a todos os que estão à sua volta.
Na equipe técnica, destaco com o mesmo entusiasmo os exepcionais trabalhos de todos os profissionais envolvidos nesta imperdível empreitada teatral - Sandro Chaim (produção geral), Carlos Bauzys (direção musical e vocal), Fernanda Chamma (coreografias), Fause Haten (figurinos), Renato Theobaldo e Roberto Rolnik (cenografia), Anderson Bueno (visagismo), Paulo César Medeiros (iluminação) e Interface Filmes, Luciana Ferraz e Octavio Juliano (Audiovisual/projeções).
Gostaria também de registrar a maravilhosa participação dos músicos, que executam, de forma primorosa, os excelentes arranjos.
ALÔ, DOLLY! - Texto de Michael Stewart. Músicas e letras de Jerry Herman. Versão e direção de Miguel Falabella. Com Marília Pêra, Miguel Falabella e grande elenco. Teatro Oi Casa Grande. Quinta e sexta, 21h. Sábado, 18h e 21h30. Domingo, 19h.
Fonte: Blog Lionel Fischer.
Crítica "Alô, Dolly!" - Blog Botequim Cultural
Uma nova adaptação de “Hello Dolly” acabou de entrar em cartaz no Teatro Oi Casa Grande, com direção de Miguel Falabella, que também protagoniza o espetáculo ao lado de Marília Pêra na companhia de um grande elenco composto por Alessandra Verney, Frederico Reuter, Uburacy Paraná, Ester Elias, Brenda Nadler, Ricardo Graça Mello, Patrícia Machado, Tiago Martins, numa super-produção que conta com mais de 30 pessoas em cena.
A primeira montagem de “Alô Dolly” foi feita no Teatro João Caetano em 1966 tendo Bibi Ferreira e Paulo Fortes nos principais papeis, montagem esta que impactou tanto Marília Pêra, quanto Miguel Falabella, que agora têm a oportunidade de usufruir desse texto escrito em fins da década 50 por Michael Stewart musicado por Jerry Herman e que ficou por décadas em cartaz na Broadway, arrebatou 10 prêmios Tony e que em 1968 ganhou uma competente adaptação cinematográfica estrelada por Barbra Streisand e dirigida por nada mais, nada menos que Gene Kelly, adaptação esta que teve 7 indicações ao Oscar, levando 3 estatuetas.
Baseado na peça “A Casamenteira”(The Matchmarker), que por sua vez foi profundamente influenciada por “O Avarento” de Molière, conta a história de Dolly Levi(Marília Pêra), casamenteira e viúva numa Nova York do finalzinho do século XIX, contratada por Horacio Vandergelder(Miguel Falabella), um rico, mal humorado e caipira comerciante do interior norte-americano que lhe imcube da missão de lhe arranjar uma esposa em Nova York; Apresenta-lhe inicialmente a Irene (Alessandra Verney), elegante dona de chapelaria. Após muitas confusões, mal-entendidos e armações envolvendo os noivos, Dolly, os empregados de Horacio, todos acabam por se encontrar em Nova York, aonde a própria Dolly tenta também encontrar seu bom partido.
Ao assistir a espetáculos como “Alô Dolly”, tal como já me referi no post que escrevi sobre “Priscilla”, fico imaginando que há 15/20 anos atrás não havia condições no Brasil de realizar produções desse top, não havia artistas em quantidade com a versatilidade de cantar/dançar/representar, teatros com a capacidade de receber esse tipo de produção e principalmente…dinheiro. Hoje a situação é diferente, existe no Brasil quase que uma pequena indústria de musicais.
Lógico que o primeiro nome que nos vem a mente quando falamos desse tipo de espetáculo é Claudio Botelho e Charles Möeller, mas outros nomes também despontam no gênero, permitindo que vários espetáculos musicais neste momento ocupem diversos teatros, principalmente no eixo Rio/São Paulo. Só para lembrar os que atualmente estão em cartaz e que me vêm a mente: O Mágico de Oz, Tim Maia, Nada Será Como Antes, Família Addams, Priscilla. Além de vários outros que já estão em produção, o que inclusive acabou criando um pequeno star-system. Daniel Boaventura por exemplo, emenda um musical no outro em São Paulo e acaba quase nem vindo pro Rio.
Alessandra Verney só esse ano eu vi 5 vezes nos palcos(“Formidable”, “Beatles num Céu de Diamantes”, 2 vezes em “Movie Stars” e agora em “Alô Dolly”, isso porque não vi “Um Violinista no Telhado”)
Essa fartura também já permite ao público ficar mais rigoroso e ter um senso crítico maior, não aceitando tudo passivamente, achando tudo lindo. Ou seja, criou-se uma cultura de espetáculo musical que só os humf…“mais ilustrados” se gabavam pelas suas incursões pela Broadway. Criou-se igualmente um público para esses espetáculos, capaz de encher todos os dias teatros de grande porte como o Oi Casa Grande no Rio ou o Teatro Bradesco em São Paulo, por exemplo.
“Alô Dolly” é um espetáculo grandioso e que enche os olhos do espectador.
Os figurinos, criados por Fause Haten, chamam a atenção pela riqueza, luxo e beleza, estando perfeitamente adequado a história que está sendo contada. Assim como a coreografia criada por Fernanda Chamma também é um dos pontos altos, além da orquestra maravilhosa que tem direção musical de Carlos Bauzys. O cenário do 1º ato carece de uma criação mais apurada, parece meio preguiçosa e óbvia apesar da grandiosidade, mas o do 2º ato (que se passa todo no Café das Delícias) impressiona, mesmo que possa por vezes remeter àquelas novelas mexicanas do SBT pela sua enorme escadaria, mas funciona muito bem para o espetáculo.
A peça é dividida em 2 atos de aproximadamente 1h/1h10m cada e com um intervalo de 20 minutos entre os atos.
Marília Pêra defende com graça e talento sua Dolly, deslizando com leveza pelo palco do Casa Grande e é responsável por alguns dos momentos de maior comicidade do espetáculo, apesar de não ser segredo para ninguém seus dotes vocais, postura corporal e principalmente sua veia cômica, incluindo suas coreografias. Miguel Falabella é um caso a parte. Possuidor de uma personalidade forte e marcante, é o tipo de ator que quando entra em cena hipnotiza e não deixa o público tirar os olhos dele. Acaba que vemos sempre o personagem Miguel Falabella e não Horacio Vandergelder. Não sei se isso é um crítica ou não, depende de como cada um vê. Falabella colocou um sotaque caipira que acabava por não soar verdadeiro (talvez porque fique difícil não ver Miguel Falabella), mas tal incorporação do sotaque era necessário para podermos entender a formação, origem e personalidade de seu personagem.
Quanto ao elenco, o destaque é obviamente Alessandra Verney. Escalar Verney é apostar na certeza, pois se trata de uma das melhores e mais competentes atrizes/cantoras do teatro nacional, sabe-se de antemão que ali não tem erro, o que acaba ajudando como apoio para o restante do elenco, que demonstra bastante competência, com destaque para Frederico Reuter.
Apenas um comentário do tipo “nada a ver”: Não adianta que não chamarei nunca Ricardo Graça Mello de Ricardo Pêra (como é apresentado no cartaz). O “Menino do Rio” resolveu depois de “velho”(brincadeirinha) mudar de nome? Não, não, não, não! O cantor que eternizou “De Repente Califórnia” será sempre para minha geração RICARDO GRAÇA MELLO.
Mas voltando ao que interessa: No final das contas “Alô Dolly” é um espetáculo que encanta, e observando com atenção, ao final do espetáculo é impossível não perceber o semblante de felicidade de todos que deixavam o teatro.
Por: Blog Botequim Cultural
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